13 de setembro de 2017

CARTA DA TERRA DA ESCOLA

Neste ano, a Carta da Terra completa 25 anos (Rio-1992 - 2017).

O GEAMA, em três momentos, divulgará o almanaque "A Carta da Terra da Escola: Colégio Estadual do Patrimônio Regina [CEPR]".
Este almanaque é fruto da ação extensionista do Geama Vai à Escola - GVE - junto ao coletivo jovem Regina Verde do CEPR. Tem o apoio do Fundo de Amparo ao Ensino, à Pesquisa e à Extensão (FAEPE) - Universidade Estadual de Londrina.

No dia 18/09:
No IX FÓRUM BRASILEIRO DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL (IXFBEA), que acontecerá entre os dias 17 e 20/09, em Balneário Camboriú, na UNIVALI.
Todos os que estarão no IXFBEA - mais especificamente - no Espaço do Tratado de Educação Ambiental e da Carta da Terra poderão acompanhar este evento e apanhar um almanaque.

Arte: Larissa Chaline Lopes-Lima


Em 18 e 19/09, ainda no Fórum:
O Pré-lançamento continua no "Espaço: conversando com @s autor@s" - Tenda 02 na UNIVALI

Arte: Larissa Chaline Lopes-Lima


Em 06/10:
O Lançamento do almanaque será na UEL, na Edição Geama Uel 2017. Maiores informações da Edição, pelo site: http://geamauel.blogspot.com.br/

O Geama Uel aguarda vocês de braços abertos.

#CartadaTerra
#GeamaVaiàEscola
#Amamostudoisso

fb: https://www.facebook.com/geama.uel

12 de setembro de 2017

GEAMA EDIÇÃO 2017

  Acreditamos que outra economia e uma cidade sustentável seja possíveis, mas, para tanto será preciso uma transformação de valores e estruturas. Educar, formar pessoas, capacitadas para esse exercício do novo emancipado, consciente, resilientes. Tecer redes de envolvimento local fundada nas ações comuns, solidárias, colaborativas, educativas e participativas. Esta é a modelagem de um novo ethos civilizacional que acreditamos poder se instalar nas cidades brasileiras que adotarem os princípios, valores, metodologias e as ações previstas no Programa Cidade MAIS. Podemos nos perguntar: O que queremos fazer com nossa cidade! Queremos fazer com o lugar onde moramos um lugar melhor! Não seria bom viver numa cidade segura, organizada, bela e sustentável. Temos alguns caminhos que podemos indicar em parceria da população com o poder público local. Esta será a perspectiva teórica-metodológica e prática do Programa CIDADE MAIS que apresentaremos no dia 06 de outubro de 2017 na UEL. (Paulo Bassani, 2017)

INSCREVA-SE AQUI: GEAMA EDIÇÃO 2017

10 de setembro de 2017


 Folha de Londrina - Espaço Aberto - 09/09/2017 - pág. 02 


"Trata-se de inaugurarmos um tempo novo, que se estabeleça com um novo campo gerador de conhecimento e saber"

É importante saber, mas o mais importante é nunca perder a capacidade de conhecer, de buscar. Não se trata de superestimar, nem de subestimar nossas capacidades diante do novo que se apresenta. Por isso, propomos pensar! Pensar sempre para não sermos engolidos pelo cotidiano pragmático e programático que condiciona nossas vidas como coisas, engrenagens de um grande sistema. Um sistema que nos lota de informações inúteis, fúteis e alienantes, e nos absorve, nos engole. 
Precisamos pensar para desconstruir e para reconstruir. Desconstruir o desencantamento para reconstruir o encantamento do mundo. Isso pode ocorrer nos diálogos filosóficos, científicos multi e interdisciplinares nos quais poderemos encontrar pistas para a construção de um futuro.
Acreditamos que, sem esse procedimento, poderemos apenas assistir à chegada do futuro sem nossa participação, sem nossa contribuição. Ele será dado, erigido pela lógica do presente desigual, exploratório, predatório e destrutivo. Assim, tudo será apenas o prolongamento do mesmo, e este parece ser algo sem nenhuma crítica, sem nenhum pensar emancipado.
Queremos algo mais, queremos contribuir com a construção desse futuro. Além disso: queremos fazer parte desse futuro, um futuro equilibrado entre os homens e natureza; justo, solidário, colaborativo e sustentável. Por isso, será imprescindível nosso pensar, para, desconstruindo, construir algo emancipado, superior. Ao fazer parte deste pensar, garantimos, pelo menos alguns traçados do novo que imaginamos, do novo que desejamos. Traçados estes que permitem as condições dignas de vida para todos os seres humanos e de toda a biodiversidade da qual dependemos.
O que objetivamos nesta fala é proporcionar um canal, um mapa inicial para que o pensamento crítico possa ser desenvolvido, e que nos coloque numa situação de rebeldia, indignação e desconforto diante de um mundo desencantado. Paralelo a isto, tratamos de encontrar pistas para a construção de um saber que percorra outros caminhos. Nessa ênfase, entendemos que não podemos pensar, muito menos, fazer mais do mesmo, pois, em grande medida, foram os velhos pensamentos e ações que nos levaram a este estado que conhecemos, criticamos e desconstruímos.
Trata-se de inaugurarmos um tempo novo, que se estabeleça com um novo campo gerador de conhecimento e saber que possam nos guiar a um amanhã melhor. Estamos motivados para iniciar, ingressar e percorrer esta jornada em busca deste conhecimento perdido e disperso, com fundamentos tomados de empréstimo de diferentes autores, clássicos e contemporâneos, os quais têm se debruçado com seus estudos e reflexões para decifrar a nossa condição humana desde as origens mais remotas até nosso tempo. Uma viagem pretensiosa, porém humilde.
Reconhecemos que se trata de um pensamento imperfeito, incompleto e absolutamente aberto. Um pensamento que dialoga com diversas leituras, para com elas juntar e compor, com nossas análises, ao longo destas três décadas como educador, pesquisador e extensionista, mapas, pistas nas brechas luminosas do novo que já está emergindo.
Nessa imersão, que nada mais é que uma tentativa, talvez possa ser gerada, de forma embrionária, uma nova era: distante do capital e do mercado, perto da humanidade e da natureza; menos quantitativa, mais qualitativa; menos competitiva e mais colaborativa.
Exige-se uma tentativa permanente de encontrar um equilíbrio entre o material e o imaterial, entre o objetivo e o subjetivo, entre o instrumental e o sensível. Talvez, desta forma, possamos navegar em mares seguros, para que nossa condição humana possa fluir com naturalidade em nossos potenciais e nossos desejos.
Trata-se de um novo começo, com uma consciência crítica de uma interrelação de tudo com tudo, que forma, conforma e garante a vida com todos que querem e merecem viver.

*PAULO BASSANI é sociólogo e professor da Universidade Estadual de Londrina 


11 de agosto de 2017

Edição 2017


                       

Acreditamos que outra economia e uma cidade sustentável seja possíveis, mas, para tanto será preciso uma transformação de valores e estruturas. Educar, formar pessoas, capacitadas para esse exercício do novo emancipado, consciente, resilientes. Tecer redes de envolvimento local fundada nas ações comuns, solidárias, colaborativas, educativas e participativas. Esta é a modelagem de um novo ethos civilizacional que acreditamos poder se instalar nas cidades brasileiras que adotarem os princípios, valores, metodologias e as ações previstas no Programa Cidade MAIS. Podemos nos perguntar: O que queremos fazer com nossa cidade! Queremos fazer com o lugar onde moramos um lugar melhor! Não seria bom viver numa cidade segura, organizada, bela e sustentável. Temos alguns caminhos que podemos indicar em parceria da população com o poder público local. Esta será a perspectiva teórica-metodológica e prática do Programa CIDADE MAIS que apresentaremos no dia 06 de outubro de 2017 na UEL. (Paulo Bassani, 2017)


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21 de julho de 2017


"Empreender e preservar a vida humana e o patrimônio natural da biodiversidade que garante o pulsar da vida"


O desconhecido nos leva à inquietude. Aos poucos, vamos dimensionando o espaço desconhecido, ele se familiariza, tornando-se identificável, conhecido, aceitável. Cada aprendizagem carrega um conjunto de elementos definidores de um formato, ao que chamaremos de "pavimentação", sobre um solo pantanoso. As aprendizagens individuais e coletivas se compõem sobre o pavimento com texturas, referências que apontam o caminho a percorrer, o quanto ainda há para percorrer e o que será necessário realizar para garantir um percurso com segurança. O caminho desconhecido surpreende. Em cada lado deste pavimento veem-se ocultadas algumas experiências que se perdem, outras que se somam. As evidências e ocultações revelam alguns dos elementos da tensão do mundo moderno, em sua contemporaneidade, luz e escuridão que apenas evidenciam a complexidade ao cruzá-lo.

O nada da escuridão se mescla à luz de faróis que cegam pelo brilho que emitem, nisto atrofia, distorce e dificulta uma maior lucidez. Uma situação paradoxal entre os avanços e os recuos que fará parte desta jornada. Portanto, faz-se necessário entender como, quando e por onde avançar, isso torna o pensar um ato criativo e necessário de imaginação permanente, e a essência deste pensar fecunda intuindo à textura emergente perguntas e respostas até então desconhecidas.

De outra parte, este enunciado destrói, uma a uma, todas as concepções materiais e culturais anteriores. Concepções que impedem manifestações de um novo perfil em suas dimensões objetivas e subjetivas. Os elementos anteriores que surgem nas mentes e no fazer cotidiano começam a desmoronar, emitindo sinais de fraqueza, carga ilusória que o estado de consciência crítica começa a entender, como percepção de que este lugar não é o seu lugar, seu lugar é no passado, não há lugar no futuro.

Esse formato necessita de muito trabalho teórico, do pensar em encontrar formas de desconstruir a cultura do capitalismo, esta na alta modernidade, contém muita mais força do que a materialidade que a crio. Esta hoje se encontra na derme e na epiderme dos indivíduos, dita sua conduta cotidiana com a lógica que destrói a capacidade critica de pensar fora dela. Uma cultura que poderia definir seus eixos básicos acentuam-se em quatro aspectos: dinheiro, poder, fama e consumo.

O dinheiro parece ser o fundamento da busca humana, pelo trabalho e, sobretudo, pelas formas "não legais" que permeiam a sociedade; o poder que o dinheiro possibilita para dominar, submeter, comprar e demonstrar ás outras pessoas que não têm dinheiro e nem poder. A fama, pois numa era da informação quem não estiver em cena e não puder demonstra seu "sucesso" aos outros, parece não ter sentido algum, somente há sentido e valor quando demonstrar admiração e ou cobiça. O consumo é o fundamentalismo da modernidade, você não existe, não pode existir e ser feliz sem o consumo, sua "cidadania", nesta lógica mede-se pelo consumo.

Esse tempo experimental, no exercício da clarividência, levanta inúmeras questões, conjunto de suposições que possibilitam identificar outro modo de ser, pensar, produzir, consumir. Com intensidades e formato diversos ao anterior em seus variados aspectos. Assim, a forma sustentável, conceito provisório, apresenta-se como um enunciado.

Igualmente, no percurso, todos se transformam, de uma forma ou de outra, em aprendizes das transformações necessárias para que o futuro se instale. Isso significa motivar a apreender a empreender de forma sustentável, continuada, permanente. Empreender e preservar a vida humana, patrimônio único e raro, e o patrimônio natural da biodiversidade que garante o pulsar da vida.

PAULO BASSANI é sociólogo e professor da UEL 

Folha de Londrina -  21/07/2017 – pág. 02

14 de junho de 2017

Expo-Ambiental Lions Clube de Londrina

   No sábado gélido de 10 de junho, tivemos a honra de participar mais uma vez da Expo-Ambiental que ocorreu na Praça Marechal Floriano Peixoto (Praça da Bandeira) no centro de Londrina, no período da manha e que foi promovida pelo Lions Clube Londrina.



   O evento contou com algumas atividades da temática ambiental, com premiações para os alunos de escolar públicas e particulares de Londrina, nas categorias de: melhores frases, melhores fotos do reino animal e vegetal e fotos dos espaços urbanos, todos se enquadrando na perspectiva ambiental. 

   Durante a Expo-Ambiental também aconteceu o abraço pela paz em Londrina



GEAMA e estudantes do Colégio Estadual do Patrimônio Regina visitam o Museu Histórico de Londrina

               Na última quarta-feira, dia 7 de junho, o projeto GEAMA Vai à Escola – GVE levou 18 alunos do Colégio Estadual do Patrimônio Regina para uma visita especial no Museu Histórico de Londrina. O propósito da visita foi idealizado pelo integrante do GEAMA e estudante do 5º ano de Arquitetura e Urbanismo, Patrick Rocha. A finalidade da visita foi apresentar a formação urbana do município de Londrina através da exposição permanente e mostrar a cidade através do desenho de observação na exposição temporária Traços Londrinenses, realizada pelo grupo de desenho Urban Sketchers Londrina. 





    Os alunos puderam conhecer na exposição permanente a criação do município através de fotografias e objetos expostos no museu, que registram as técnicas construtivas, a organização viária, o desenvolvimento político e comercial, e o crescimento da educação e da economia da cidade. Através de uma aula expositiva puderam entender como Londrina se tornou um sistema urbano em pouco mais de 80 anos, descobrindo curiosidades sobre a cidade.
                



Já na exposição Traços Londrinenses, os estudantes viram a importância de retratar a cidade através de um hobby, o desenho de observação nesse caso, que incentiva a propagação da arte pela cidade através de atividades de desenho aos domingos. Muitos não conheciam vários locais registrados nos desenhos feitos por desenhistas profissionais e amadores. Com essa oportunidade, tiveram a chance de compreender o sentido de conhecer melhor Londrina e contribuir com a convivência no espaço urbano através de sua formação pessoal e profissional.
             


  Patrick trabalhará a temática da formação da cidade com os alunos do Projeto a partir de pesquisas virtuais, atividades de desenho e discussões sobre o assunto todas às quartas-feiras, a fim de mostrar aos estudantes a importância da organização e do desenvolvimento da cidade para toda a sociedade. Além disso, a intenção é fazer os alunos desenvolverem habilidades artísticas e intelectuais com os desenhos e as pesquisas que envolverão leitura, escrita e mapeamento de locais de Londrina.

Texto: Patrick Rocha, graduando de Arquitetura e Urbanismo - UEL